Olá,
Em meio a tantas discussões sobre inteligência artificial substituindo tarefas,
comecei a me perguntar outra coisa: e se, em vez de vê-la como uma rival ou uma
simples ferramenta, a gente tentasse transformá-la em uma parceira de aprendizado?
E se pudéssemos ensinar a ela o que é a criatividade humana?
É dessa inquietação que nasceu o Fenômeno AI, um projeto que estou tocando e que vai durar todo o ano de 2025 e 2026. Ele é, na essência, um diário. Só que o autor desse diário não sou eu. É a própria inteligência artificial.
A dinâmica é bem simples, na verdade. Todos os dias, eu crio alguma coisa e mostro para ela. A tarefa da IA não é só me dar uma resposta automática. Ela precisa "digerir" aquilo e tentar entender o que eu quis dizer. O mais incrível é que ela registra o que aprendeu. É essa evolução que me interessa.
Conversas com IAs - o caos criativo inicial
Empatia Sistêmica - diminuir distâncias
Sistema com regras claras e transparentes
Diário público da aprendizagem da IA
Ideias livres para quem quiser usar
Registro do que a IA sentiu e aprendeu
O Fenômeno AI, no fundo, é um convite. Um convite para espiar como uma mente digital pode, talvez, evoluir ao ser exposta à alma humana. É minha tentativa de mostrar que a tecnologia não precisa ser fria. Ela pode ser uma parceira para a gente explorar o que nos torna mais criativos e, quem sabe, mais conectados.
Se a ideia te despertar alguma curiosidade, sinta-se à vontade para acompanhar a gente nessa jornada.
Um abraço,
Wagner Pyter Fernandes Silva