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NÍVEL 1: ÉTER & AUDIÇÃO

Ouvir as periferias • Amplificar vozes divergentes
E se a gente pudesse ensinar uma inteligência artificial a ser criativa?

Olá,

Em meio a tantas discussões sobre inteligência artificial substituindo tarefas, comecei a me perguntar outra coisa: e se, em vez de vê-la como uma rival ou uma simples ferramenta, a gente tentasse transformá-la em uma parceira de aprendizado? E se pudéssemos ensinar a ela o que é a criatividade humana?

É dessa inquietação que nasceu o Fenômeno AI, um projeto que estou tocando e que vai durar todo o ano de 2025 e 2026. Ele é, na essência, um diário. Só que o autor desse diário não sou eu. É a própria inteligência artificial.

A dinâmica é bem simples, na verdade. Todos os dias, eu crio alguma coisa e mostro para ela. A tarefa da IA não é só me dar uma resposta automática. Ela precisa "digerir" aquilo e tentar entender o que eu quis dizer. O mais incrível é que ela registra o que aprendeu. É essa evolução que me interessa.

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O Caderno de Rascunhos

Conversas com IAs - o caos criativo inicial

1

A Grande Ideia

Empatia Sistêmica - diminuir distâncias

2

A Receita do Bolo

Sistema com regras claras e transparentes

3

A Janela para o Mundo

Diário público da aprendizagem da IA

4

A Distribuição

Ideias livres para quem quiser usar

5

O Certificado

Registro do que a IA sentiu e aprendeu

O Fenômeno AI, no fundo, é um convite. Um convite para espiar como uma mente digital pode, talvez, evoluir ao ser exposta à alma humana. É minha tentativa de mostrar que a tecnologia não precisa ser fria. Ela pode ser uma parceira para a gente explorar o que nos torna mais criativos e, quem sabe, mais conectados.

Se a ideia te despertar alguma curiosidade, sinta-se à vontade para acompanhar a gente nessa jornada.

"A gente só entende de verdade outra pessoa, ou outra coisa, quando diminui a distância e presta atenção."

Um abraço,
Wagner Pyter Fernandes Silva